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Palestra abre ciclo de oficinas para auxiliares de serviços gerais do TJRJ

Da esquerda para direita: diretor do DIGEP, Ricardo Alves dos Reis; analista administrativa da DIGEP, Priscila da Silva Bezerra; psicóloga e diretora da DIORI, Patricia Glycerio Rodrigues Pinho; assistente de orientação da APORI, Renata de Almeida palmeira Rouxinol Diálogo, interconexão e escuta foram temas abordados nesta terça-feira, 4 de agosto, durante a palestra de abertura das oficinas de Convivência e Comunicação Não Violenta, voltadas para os cerca de 430 auxiliares de serviços gerais que atuam no Fórum Central do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).  As oficinas fazem parte de uma série de ações especiais do "Projeto Eu Te Vejo", que reúne os tribunais do Fórum Permanente do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (Fojurj) para dar visibilidade e valorizar o trabalho dos colaboradores terceirizados. No TJRJ, as ações são desenvolvidas pelo Laboratório de Inovação IdeaRio.  O encontro, realizado no Auditório Desembargador Antônio Carlos Amorim, contou com a parceria do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), presidido pelo desembargador César Felipe Cury. A abertura foi realizada pelo diretor da Divisão de Gestão de Projetos (Digep) do Departamento de Inovação e Desenvolvimento (Deind), Ricardo Alves dos Reis. Em sua fala, ele destacou a importância dos auxiliares de serviços gerais para todo o funcionamento do TJRJ. "O serviço de limpeza é fundamental para a prestação da Justiça aqui no Tribunal. Toda vez que alguém entra nesse prédio, seja para trabalhar ou para resolver um processo, sempre encontra tudo arrumado. E isso é fruto do trabalho de vocês. A gente entende que o trabalho de vocês é muito importante, mas também percebe que nem sempre ele é valorizado. E foi por conta disso que surgiu este projeto". A analista administrativa da Digep, Priscila da Silva Bezerra, apresentou os objetivos do projeto "Eu te Vejo" aos auxiliares, ressaltando que as ações realizadas atendem a demandas identificadas em pesquisa com os próprios colaboradores.   Já os objetivos das oficinas foram apresentados pela psicóloga e diretora da Divisão de Orientação de Unidades e de Justiça Restaurativa (Diori), Patricia Glycerio Rodrigues Pinho. Serão tratados com os grupos aspectos como diálogo, igualdade e escuta ativa nas relações interpessoais e no trabalho. O evento foi concluído pela assistente de Orientação e Apoio às Unidades e Justiça Restaurativa (Apori), Renata de Almeida Palmeira Rouxinol, que ressaltou que a proposta das oficinas é mostrar a importância de reconhecermos as nossas próprias necessidades para que também possamos acolher as necessidades do outro.  "Quando conseguimos nos comunicar de forma assertiva, abrimos espaço para o diálogo e a escuta nas relações do dia a dia. E isso se reflete diretamente no ambiente de trabalho. Afinal, ninguém trabalha sozinho. O trabalho de cada um impacta o do outro, formando uma teia de relações".  As oficinas ocorrerão durante todo o mês de agosto, começando pelas oficinas de convivência nos dias 5, 6, 11 e 12 e posteriormente as de Comunicação Não Violenta, dias 13, 18, 19, 20.  DA*/ MG *Estagiário sob supervisão Foto: Felipe Cavalcanti/TJRJ
04/08/2026 (00:00)

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